Para “desanuviar” a cabeça, e quando só estiver a faltar um exame, vou à Casa da Música ver Konki Duet no dia 5 de Fevereiro.

Aqui podem encontrar uma pequena descrição sobre a banda:


Kumi e Zoe, mais tarde Tam – trio feminino que se insere numa estética pop naif, próximo do que fazem as Coco Rosie e com o objectivo de combater o aborrecimento – vêm apresentar, com todo o glamour de traços inocentes, o disco de estreia. Chama-se «Il Fait Tout Gris» e é composto por doze canções poliglotas (cantadas em inglês, francês e japonês) que nos falam de melancolias e euforias banhadas numa atmosfera luminosa. Um colectivo que se faz de pequenas e dissonantes sinfonias, de trechos ingenuamente populares, de rupturas sublimes e, ao mesmo tempo, obscuras. Oferecem linhas musicais que nos fazem saltar rapidamente da alegria rock’n’roll para um abismo onde o silêncio é o mote. Há ainda a violência do amor, o chocolate que derrete rápido de mais, assim como reminiscências dos Beach Boys e de Robert Wyatt. De um modo simples as Konki Duet – que na sua tradução do Japonês significa «dueto perseverante» – levam-nos a qualquer lugar: quente, frio, quotidiano, invulgar… e deixam que a nossa imaginação faça o resto.

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