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No seu devido lugar

Faltam duas vitórias e um empate para ser definitivo.
Ou até menos, dependendo dos jogos dos outros.

E dá-me um certo gozo colocar aqui a capa do Record, quando podia colocar a d’O jogo ou d’A Bola…

Não preciso de explicar porquê, pois não?

14 thoughts on “No seu devido lugar”

  1. “Pinto da Costa, vai pró caralh*!!”.
    Já para não falar nas tarjas que levavam até para os jogos da CL.

    Como veem isto toca a todos. O nosso respeito já existe e está lá fora onde tem valor, nas instituições que gerem a modalidade e nos grandes clubes.
    Vidas.

  2. caro jcbarros:

    Nao que o teu post nao tivesse bonito – que estava – nem que tivesse um grande significado para um portista – que tinha, presumo – mas eu nao entendo a razao da desgraça alheia potenciar o entusiasmo de quem vence. Entendo que uma vitoria sofrida sabe melhor, mas é diferente de retirar gozo genuino da derrota dos outros. No entanto já reparei que é um fenomeno recorrente e que nem por isso quer dizer que o vitorioso nao de o ombro ao derrotado.
    No seguimento do dream_brother, sublinho que o Porto cidade nao é o FCP. Sou do Porto, tripeira até aos ossos, mas o sangue que me corre nas veias é vermelho.
    Parabens pelo campeonato, ganhou – ou vai ganhar – merecidamente.

  3. Pois é, mas q eu saiba, a cada vitória do vosso clube, são as siglas do meu, q mais ecoam das vossas gargantas…d uma forma injuriosa é certo, mas q é q isso importa…tal como dizes, jc barros, ” a cada palavra d ódio e inveja a nossa força cresce e multiplica-s…”

    já agora outra coisa, não confudas o FCP co a cidade do Porto e mt menos com o Norte do País…digo-t isto, pois quem normalment o faz, esquece-s por completo q o norte é mt mais q uma cidade, q nesse contexto regional, até é mt favorecida em relação às restantes

    qt ao campeonato…parabéns! vai ser inteiramente merecida a vossa vitória…

    ciao:)

  4. Cara Paula:

    O gosto não é ver alguém “baixar a crista”…ok, é um bocadinho. O que se passou – e passa sempre – foi que houve uma tentativa de nos rebaixar (sim, não jogo mas falo no plural porque ganho e perco com o meu clube. Chamem-me doente), de dizer que não tinhamos valor, que eramos favas contadas, de nos humilhar. Isto apesar de estarmos na frente, jogando com qualidade, sermos o melhor ataque e a melhor defesa. E a situação era ainda mais descarada por ser criada por um orgão de comunicação social nacional (mais um) que é useiro em esconder as nossas conquistas por maiores que sejam, numa atitude de desrespeito, de parcialidade, de “vamos ignorá-los, saltar-lhes para as cavalitas para parecermos maiores”.

    No sábado passado quando me encontrei com os meus amigos (sportinguistas, benfiquistas, etc) e como farei hoje quando encontrar outros na fac – só tenho pena de não encontrar o autor da capa do Record – não disse uma palavra sobre o jogo. Sou capaz de não disfarçar um sorriso mas nada mais, não é preciso. É a minha resposta.
    Já fui portista no Porto e foram os melhores tempos. Adorei poder estar entre milhares de iguais, trocar abraços de alegria com amigos e desconhecidos, gritar alto as vitórias – as maiores que podem haver – partilhar derrotas – poucas durante esse tempo. Hoje sou portista fora do Porto e também adoro. Não estou tão só como há anos mas continuo minoria. Não me importo.
    Defendo-me com silêncio das “bocas”, as críticas, as injúrias que fazem ao meu Clube e ao Norte – fervem-me os meus 50%, a melhor metade, de sangue nortenho mas calo-me. Calo-me porque eu sei, mas eles não, que a cada palavra de ódio e inveja a nossa força cresce e multiplica-se. Calo-me porque eu sei, mas eles não, que só aumentam a nossa vontade de vencer. Calo-me porque eu sei, mas eles não, que quanto mais nos tentam pisar, maiores ficamos. Calo-me porque eu sei, mas eles não, que nada pode matar a nossa Alma. Calo-me porque eu sei, mas eles não, que os que se “atrevem a sofucar o grito audaz da nossa ardente voz” cedo verão “vibrar a multidão num grito só de todos nós”.
    Entrar como Bobo da Festa e sair como Senhor foi algo a que todos os portistas se habituaram e bem. E gostamos.

  5. porque é que toda a gente me trata por filha?!
    Entao se mostras alegria por ver alguem “ter de baixar a crista” entao vais ao encontro do que eu perguntei. E nao foi uma critica, foi somente uma observaçao, uma pergunta sobre algo que, francamente, nao entendo.

  6. paulinha, minha filha, diz-me: onde é que eu demonstro prazer pelo sofrimento dos outros?

    Mostro sim é alegria por ver o meu Porto quase campeão (e ressalvo o “quase”) e por ver quem andava de peito feito, com uma falta de humildade tremenda, a ter de baixar a crista.

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