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Outro ataque de nostalgia.


Passei o dia a ouvir o What’s the story Morning Glory dos Oasis, álbum de 1995.

Eu tinha 15 anos quando ouvia isto, porque é que só 10 anos depois o ouço e me sinto assim?

:(


Oasis
Whats The Story Morning Glory
Champagne Supernova

How many special people change?
How many lives are living strange?
Where were you while we were getting high?
Slowly walking down the hall
Faster than a cannonball
Someday you will find me
Caught beneath the landslide
In a champagne supernova in the sky
In a champagne supernova
A champagne supernova in the sky
Wake up the dawn and ask her why
I dream a dream she never dies
Wipe that tear away now from your eye
A champagne supernova
‘Cuz we don’t believe
That they’re gonna get away from the summer
But you and I will never die
The world’s still spinning around we don’t know why
Why-why-why-why-i-i
We were getting high

8 thoughts on “Outro ataque de nostalgia.”

  1. Eu axo que precisas de ouvir então muita coisa que se fez na última decada…
    E eu até tenho gostado de quase tudo o que indicas aqui no blog, mas quanto a Oasis, a história é outra. Doors, Oasis e Cranberries são talvez as 3 bandas que mais abomino…

  2. Eu também não era grande fã dos Oasis… quer dizer, quando apareceu este álbum ouvia-o bastante, especialmente porque fui a Londres nessa altura e foi lá que o conheci… sempre que o ouço relembro essa viagem. Depois passaram-se anos em que nem podia ouvir falar dos Oasis ou dos irmãos Gallagher, tal era o bombardeamento de histórias sobre a arrogância da banda que nos chegava.
    Por isso, é como disse o Dream Brother, só colheram o que semearam. Eu estava no Sudoeste quando eles foram “escorraçados” de palco, e acho piada às pessoas que dizem que foi tudo muito mau, que não se faz uma coisa daquelas, etc. Eu não atirei nada ao palco mas pouco faltou. A arrogância com que o vocalista se dirigiu ao público durante o concerto todo (ou o que durou dele), a forma como a banda tocava as músicas, só faltou virarem costas ao público ou tocar directamente dos camarins para não terem que se levantar e cansar muito. Quem lá esteve sabe bem que não lhes fez mal nenhum ter de fugir do que lhes era arremessado. Só se perderam as que caíram ao chão.

    Agora, à distância, olho para esta álbum como um dos melhores da última década…

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