música

O algodão não engana.

Ontem à noite vi um génio em palco. E pelos vistos não sou o único a achar isso (1 e 2). É inacreditável a forma como Bird reinventa os seus temas deixando a sonoridade de cd a milhas de distância com o assobio, violino, xilofone e guitarra a debitar pura harmonia. Ainda há poucos meses vi Yann Tiersen que é outros dos maiores compositores contemporâneos e achei fabuloso, mas ontem, enquanto ouvia Andrew Bird, percebia que estava a ver algo muito mais puro, mais “musical”. Bird é um génio e faz questão de o demonstrar em palco.

E a feira romana que decorria em Braga obrigou-me a estacionar no parque da estação a 1875630985613098 kms de distância do Theatro, a pagar bem pagas as duas horas e tal que lá tive o carro e a a ter que ir a correr aquela distância que parecia interminável com medo de perder o início atravessando a marcha de figuras romanas que atravessava aquela zona da cidade. Mas até isso valeu a pena.

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