Mais um post com algumas das musicas que me preencheram o pouco tempo livre que tive na última semana.
Começa-se com duas dos Interpol que têm desde há alguns dias um novo álbum -Our love to Admire- e que voltam a provar que não sabem fazer música má. Não achei este álbum tão bom como o seu primeiro -Turn on the bright lights- mas isso também é quase impossível de conseguir. Não deixa no entanto de ser uma maravilha recheada de grandes músicas. Ficam aqui com as duas que mais tenho ouvido, e assim também tenho a certeza que o Ricardo aprova este post.

Depois ficam aqui com mais uma do Mark Sandman, porque não consigo largar o vício.

Aproveito ainda para meter aqui a primeira música do álbum de 2007 dos belgas Absynthe Minded -os quais só conheci há coisa de um anito e picos quando abriram o concerto de dEUS na Casa da Música- e que também me parece bom. Ao vivo não enganam: têm qualidade. Em CD também não ficam nada mal. O álbum chama-se There is Nothing e já tem uns mesitos.

Ainda há tempo para meter aqui uma coisa diferente do costume: Alex Beaupain, autor compositor e francês responsável pela criação da banda sonora daquele que é considerado já o melhor filme francês do ano “Les chansons d’amour” que ainda não vi mas que me está a abrir a curiosidade por causa deste álbum. Ouçam esta De bonnes raisons cantada por Louis Garrel & Ludivine Sagnier. (Cheira-me que o Hugo é capaz de gostar disto, se é que já não conhece, o que não me espantava nadinha)

Para acabar, música nacional. Ou melhor, música portuguesa do mundo. Os Terrakota têm álbum novo – Oba Train – e do que ouvi até agora está excelente. Eu não sou propriamente isento quando falo neles porque já por várias vezes os vi ao vivo e, para mim, são das melhores bandas nacionais em palco. São contagiantes, enérgicos, muito bons músicos e incrivelmente humildes para com o público. O concerto de mais de duas horas que deram no último ano em Freamunde foi simplesmente memorável.
E como é música nacional merece que se diga: se gostarem da amostra do álbum que vos deixo, então comprem, eles merecem.


Comments ( 2 )

  1. Replyricardo
    Eu estou completamnete rendido a este álbum dos Interpol. Não entendo alguns críticos que o consideram apenas assim-assim. Não é tão bom como o primeiro (isso é quase impossível, como disseste) mas acho-o superior ao Antics. O Mammoth é fenomenal! Como também o são Pace is the Trick, Rest My Chemistry, Pioneer to the Falls... e quase o álbum todo, a bem dizer. Eu dou-lhe um 8,5 em 10. :-)
  2. ReplyHugo
    Quanto a Interpol, eu gosto do álbum mas por enquanto ainda acho que:
    Turn On The Bright Lights > Antics > Our Love To Admire.

    Esta canção lembra-me que ainda tenho que ouvir mais Mark Sandman...

    Também vi os Absynthe Minded nesse concerto... não sabia que têm album novo.

    Não conheço esta banda sonora francesa, mas esta amostra agrada-me.