Faz hoje precisamente 50 anos que um senhor soviético chamado Korolev festejava como um louco e que uns quantos outros senhores americanos estavam incrédulos com o que ouviam num pequeno “rádio”.

Era o Sputnik, o primeiro satélite artificial a orbitar o nosso planeta. Lançado pelo R7, uma das maravilhas da engenharia soviética (e em especial de Korolev), o Sputnik não foi mais do que uma pequena bola de aço com um transmissor de 1 watt entre os 20.000 e os 40.000 MHZ) que viajava agarrado a quase 80Kg de bateria e que fez cerca de 300 órbitas à Terra a uma velocidade de praticamente 30000 Km/h.
Estava inaugurada uma das épocas mais marcantes da história recente da humanidade e que mudaria por completo a face das duas maiores potências do século XX, trazendo implicações que ultrapassaram em muito a simples vontade de ser os primeiros a pisar a lua: a corrida ao espaço.


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