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Time after time

Praticamente todos os posts que estão para trás têm links partidos e é quase impossível encontrar uma música que funcione. A maioria dos serviços de hosting que fui arranjando ao longo dos meses para ir alojando uns mp3 acabam por, invariavelmente, fechar as portas. Também não tenciono usar o alojamento que tenho pCindy Lauperara este blog para o atulhar de música, mas graças ao Songbird e ao Skreemr (aberto dentro do Songbird) parece que a coisa afinal tem volta a dar no que diz respeito a descobrir mp3 alojados em sítios que não lembram ao diabo.

Assim sendo, e para me redimir, deixo aqui um fóssil que tão bem me soa aos ouvidos. Time after time de Cindy Lauper foi apenas o segundo single do álbum She’s so unusual que Cindy lançou em 1983 mas foi  com ele que a cantora atingiu os tops por todo o mundo.

Eu confesso que pouco me lembro da imagem de Cindy Lauper e só com o youtube é que lá cheguei, mas para quem já tinha memória funcional nos anos 80 consta que poucas rivalizavam com ela. A mim custa-me um bocado a perceber o porquê, mas pronto, o que vale é que gosto sinceramente da música, desde que em doses individuais e de 3 em 3 meses que é para não abusar. E como ainda há coisa de dias a descobri algures no disco.

Cindy Lauper – Time after time

(é favor clicar mesmo em cima do link ^^ para abrir o leitor)…

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You put poison in my soup, you put devils in my dreams.

Não tenho muitos CDs originais e muito menos originais nacionais. Aliás, dos poucos que comprei já nem sei da maioria. Mas tenho dois que guardo religiosamente: Fossanova e La Toilette des Étoiles, ambos dos Belle Chase Hotel.
Ontem, enquanto fazia mais uma travessia de comboio entre a cidade (partida) e a aldeia grande (chegada), ou por outras palavras entre Porto (partida) e Lisboa (chegada) ouvi repetidamente o Fossanova e relembrei-me do porquê de gostar tanto daquilo: é simplesmente perfeito.
Sou sincero e admito que não há muita música nacional que me agrade. Excepções são os projectos do JP Simões, os projectos do Paulo Furtado (especialmente a solo como Legendary Tiger Man) e mais recentemente os X-Wife. De resto tudo o que ouço e que tenha sido feito por cá é passageiro. Ouço Clã, gosto e quando me canso do álbum encosto-o até me esquecer completamente dele; ouço Micro Audio Waves e idem aspas; podia dar mil e um exemplos destes mas acho que percebem o que quero dizer.
Os Belle Chase Hotel pertencem ao minúsculo grupo de bandas às quais posso a qualquer momento ir buscar ao baú e gostar sem me sentir farto de ouvir as mesmas músicas repetidamente.

Mas isto tudo serve para quê? Para dizer que me lembrei de ir ver se o projecto se mantinha morto e enterrado ou se por obra e graça do espírito santo tinha sido ressuscitado. À falta de uma homepage da banda acabei por ir parar à página da wiki, a qual no fim tem a seguinte passagem:

Em Abril de 2007, Pedro Renato revela que o grupo estava a preparar o seu 3º disco e que procuravam um novo cantor.

Humm… não. A sério, não façam isso. Se bem que a passagem refere Abril de 2007, ou seja há mais de ano e meio, até me dói a alma em pensar que pode sair qualquer coisa com uma etiqueta de Belle Chase Hotel sem a voz do JP Simões. Não façam isso, senhores. Chamem-lhe o que quiserem mas não gravem com esse nome.

Os Belle Chase Hotel sem o JP Simões são como os Queen sem o Freddy Mercury, os Rage sem o Zack de la Rocha ou os Diapasão sem o Marante: não fazem sentido.

Quando ouvir alguém a cantar esta Scorpions in Love com o mesmo génio com que o JP Simões a cantou pode ser que mude de ideias. Mas não acredito que vá mudar.

Belle Chase Hotel – Scorpions in love

Scorpions in Love
Letra JP Simões, música Pedro Renato

Baby I’m sorry, I’ve got to go. Maybe i’ll write you: I probably won’t. You brought such misery into my life! Yoy’re lucky I don’t carry a knife. Baby I love you but i’ve got to go. Maybe I’ll miss you: I don’t think so! Maybe I’m lucky to be alive. Oh, what a stupid thing to remind!
You put poison in my soup, you put devils in my dreams, hid your snakes in all my sockets, raised your spiders in my pockets, and you brought home for my birthday a venereal disease… give me love, give me love, oh please?! You said: “Baby let’s get married!”. You said: “Baby let’s get lost!”. I said: “Honey! I don’t mean maybe!”. You said: “Maybe, maybe, maybe. Perhaps! I don’t know… can it be? Is it so?”. Well, nevermind, I’ve got to go. If you think of what I’m thinking and I think you’re thinking of what did happen to our precious dreams… well, the dreams were not enough! Looking back now that I’m sober, this conclusion’s not absurd: baby, we were scorpions in love!

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O que um gajo descobre em cds riscados…

De vez em quando tenho um daqueles acessos de nostalgia que me fazem remexer em cds antigos cheios de tralha que não lembra ao menino jesus (sim, que parece que está a chegar o natal, e por isso volta a moda de se falar do menino jesus a qualquer hora do dia).
Invariavelmente encontro nesses cds documentos do tempo de faculdade, relatórios de laboratórios de física que não me lembro de ter feito, folhas com exercícios de uma cadeira qualquer que provavelmente nunca tinham sido abertos antes, e sobretudo mp3 soltos de musiquinhas que não lembram ao diabo (se é natal e se passam o tempo a falar do menino jesus, o menino diabo também tem direito a tempo de antena).

No meio disto tudo só é chato quando tenho estes ataques de nostalgia logo pela manhã cedinho e à custa dessa brincadeira acabo por passar um dia inteiro com uma música qualquer a martelar-me na cabeça.

Hoje, para piorar a tara, ficou-me esta maravilha:

The Communards – Don´t Leave Me This Way.mp3

Sim, eu confesso que gosto desta música, podem rir à vontade ou fazer como faz a minha namorada quando eu ouço isto nalgum lado e ela está presente e me deita um olhar do tipo “deves estar a brincar”.
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Saudades da minha cidade

Já cá moram após tão pouco tempo em Lisboa. A minha cidade sempre foi e sempre será o Porto. Por isso, mal tenha as primeiras folgas e a oportunidade de voltar a viver o Porto lá estarei no Sá da Bandeira, dia 21 do próximo mês a ver pela 1389475ª vez dEUS. Desta vez com álbum de 2008 (Vantage Point) que confesso ainda nem ter ouvido com grande atenção.

Mas só o facto de poder ouvir novamente maravilhas como esta Bad Timing e de o fazer na minha cidade, naquele teatro onde passei tantos Saraus e ir depois até ao Piolho matar as saudades é suficiente para me fazer ir contando os dias.

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Coelhinhos tipo páscoa, mas sem ser de chocolate.

Uma das melhores coisinhas que se vai vendo na TV por estes meses é o anúncio ao Sony Bravia, uns ecrãs pequeninos e baratinhos que se podem comprar para usar na sala, no quarto ou na casa de banho enquanto se toma banho (ou não).

A primeira coisa que me chamou a atenção no anúncio foi a música, She’s a Rainbow dos Rolling Stones, a segunda coisa que me chamou a atenção foi o facto do anúncio ser feito em stop motion o que  significa que aquilo foi coisa para ter demorado o seu tempo para completar. Vai daí decidi perder uns segundos a ver o making of, bem como a fazer o upload da musiquinha para quem ainda não a conhece.

Aqui ficam com o anúncio:

 

A música:

E um link para o making of.

A ver se o Marquêz agora não vem com histórias de que só ouço música foleira. (Se não gostasses de Morphine era gajo de te perder o respeitinho.)

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Eish, há quanto tempo… The Ting Tings

Deve ter sido por ter acordado com sol quentinho a bater-me nas fuças que me deuthe_ting_tings vontade de fazer aqui qualquer coisa. Os Ting Tings, nascidos a 2006, são uma banda inglesa de Indie-Pop com tiques de Dance-Punk. E o seu álbum de estreia We Started Nothing é uma delícia.

Então esta That’s not my name cheira-me que vai andar aí a rodar por todo o lado neste verão que tarda a chegar.

Ficam aqui com a musiquinha:

 The Ting Tings – That’s not my name

 

 

Homepage: The Ting Tings