música
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They’ll be back!

Parece que estes senhores vão voltar a Portugal na última semana de Junho ou primeira de Julho ao Super Bock Super Rock 2007.
É a pior altura possível e imaginária para mim, e ainda por cima em Lisboa…
Mas não quero saber de mais nada. Eu quero é ir lá. Não me interessa se nesse dia virão mais bandas que abomino ou de que gosto. Os Arcade Fire vão voltar a Portugal e eu não ponho outra hipótese que não seja lá estar, ponto final.
E se não percebem porque raio é que eu gosto tanto de ouvir estes gajos vejam este post do Hugo, ou fiquem com este vídeo… ou este:

cinema
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How it ends

Ficou-se pelos Óscares de melhor actor secundário para Alan Arkin e para melhor argumento original (era um crime se não o ganhasse) para Michael Arndt.
Não ganhou para melhor filme. Mas, para mim, foi de longe o melhor de 2006.

Little Miss Sunshine

E outra das coisas fantásticas que este filme nos dá é a sua banda sonora. Desde composições originais para o filme até o recorrer de artistas como Surfjan Stevens ou DeVotchKa, já não me viciava tanto numa banda sonora desde os tempos de um Snatch ou de um Lock Stock and Two Smoking Barrels.
Aqui deixo-vos um clip com excertos do LMS acompanhados pela How it Ends de DeVotchska.
Para quem ainda não viu talvez abra o apetite. Para quem já viu tenho a certeza que este clip deixa um sorriso de orelha a orelha.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=JUWnuCw0UVg]

música/Artes
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Neon Bible, ou como fundar uma religião.

Uma das coisas que mais aguardava (musicalmente) em 2007 era o Neon Bible dos Arcade Fire. Depois do Funeral, para mim um dos melhores álbuns (senão o melhor) que ouvi desde a viragem do milénio, a fasquia está alta. Mas se está alta é por culpa própria dos elementos dos Arcade Fire que conseguiram criar não só um álbum genial como também uma enorme empatia com o público que os acolheu em inúmeros espectáculos por esse mundo fora. Portugal não foi excepção e em Agosto de 2005, em Paredes de Coura, eu entre alguns outros milhares vimos aquele que foi dado por muitos (inclusive os críticos do Público e do Blitz ) como o concerto do ano e um dos concertos da década por cá.

Mas já há algum tempo anunciado, o novo trabalho, Neon Bible, deixa água na boca aos fãs da banda. Primeiro porque não é todos os dias que uma banda compra uma igreja e se refugia lá dentro para ensaiar e compor em paz e descanso. Usaram também a igreja para obter a acústica que definem como “ideal” na utilização de, entre outros instrumentos, órgãos de tubos.
A track list já foi lançada há algumas semanas, e já tive a oportunidade de ouvir o álbum de uma ponta à outra e o que vos posso garantir é que já estou à procura de um site de confiança para fazer uma “pre-order” para ter na mão o original no dia em que este esteja disponível. Se o Funeral era genial, este é a perfeição em cd. O medo que tinha de ter expectativas demasiado altas desapareceu ao fim de 4 ou 5 minutos de música e já há algumas horas que tenho meia dúzia destas novas músicas em repeat contínuo.

Até lá, ouçam aqui o primeiro single a saír (Black Mirror) e outra das que me encheram imediatamente as medidas (Intervention):