música/pop art
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Girl with ball

 

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Roy Lichtenstein foi mais um dos nomes importantes da onda pop-art que invadiu opocono início da década de 60 e este Girl with ball de 1961 a óleo pode ser visto no museu de arte moderna de Nova Iorque. A inspiração para o quadro surgiu através de um anúncio numa edição de domingo do New York Times.

Os quadros de Lichtenstein são quadros objectivos e cujo propósito é desindividualizar emoções e atitudes, fazendo a pintura parecer quase que mecânica como que feito por um desenhador gráfico realizando um trabalho publicitário.

A imagem da pintura que coloquei acima é já é grandita, mas como eu hoje acordei bem disposto e o sol que apanho na tromba durante a tarde me revitaliza e faz passar a tarde a cantar enquanto tenho que conduzir para qualquer lado, aproveitei para meter no scanner o livrito de pop-art que o meu irmão me deu no Natal e deixar aqui o quadro com uma resolução de 2479 por 4213 pixeis e quase 5 megas de espaço para quem quiser ir a uma tipografia e imprimir isto com uma qualidade cinco estrelas e fazer um poster catita para meter no quarto ou na sala. Para isso basta clicar na imagem do quadro em cima que a imagem em tamanho gigante abre numa janela nova, isto se eu não troquei os links todos.

Ah, e porque passei a tarde a ouvir música num dos cd’s carregadinhos de mp3 que levo no auto rádio, acabei por andar a fazer figuras tristes ao volante enquanto berrava em plena auto-estrada o refrão desta Fuck Forever dos Babyshambles de 2005:

música/pop art
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Black Market

Robert Rauschenberg
Black Market, 1961

Rauschenberg estudou entre 1947 e 1948 no Kansas City Art Institute tanto nas artes liberais como no campo das artes aplicadas: história de arte, projecto e composição, escultura, música, anatomia e desenho de moda, desenhou cenários para cinema e decorou estúdio fotográficos. Em 1949 no Black Mountain College na Carolina do Norte decidiu que a fotografia seria a sua assinatura.
Esteve em Paris porque acreditava que todos os artistas tinham que estudar necessariamente na cidade luz e voltou para a américa marcado pela leitura de um livro em particular que se debruçava sobre a escola Bauhaus, escrito por Josef Albers que mais tarde teria como professor. Albers, que reduzia a forma e a cor às suas estruturas básicas foi uma grande influência nos primeiros quadros de Robert Rauschenberg, muito antes deste passar ainda pela fase mais oposta às iniciais: expressionismo abstracto.
Durante a década de 50 tornou-se em Nova Iorque uma das maiores referência da pop-art americana.