coisas do caraças
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Era sempre assim!

Meteram isto num fórum, não faço ideia de como é que raio gravaram isto mas sei que tenho pena que não tenha passado em directo. Para além de serem ditas umas quantas verdades de seguida isto sempre entretinha mais do que ouvir a conversa e comentários do costume nos intervalos dos jogos (tenho ideia que foi ao intervalo, mas pode ter sido antes de começar o jogo).
É para apreciar e dar valor a quem não tem papas na língua:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ecv7wtn4AP0&rel=1]
coisas do caraças
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Tu vas tombé, ai vas vas.

Para quem ainda não sabe o motivo pelo qual os playbacks em programas em directo são de evitar, aqui fica a razão:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=hSQdfaRqcWo&rel=1]

Por outro lado, pode sempre haver quem não tenha percebido que era playback e tenha ficado com a sensação de que aqueles são verdadeiros artistas. A voz nem tremeu. Se não fosse o ter tombado como um pardal acabadinho de levar uma chumbada em frente a toda a gente que assistia ao programa, ninguém diria que aquilo era playback, pois não?
coisas do caraças/música
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Where amazing happens

Eu sei que somos poucos por cá (Chino, esta é para ti), mas ainda somos alguns a perder umas horas de sono para ver uns jogos de basket daqueles como só se fazem do outro lado do atlântico. E se há coisa que os tipos fazem bem na NBA para além de jogar é a forma como promovem o desporto.
Desde miúdo e da altura em que acompanhava aos sábados à tarde o NBA action que passava na RTP2 e onde o prof. Carlos Barroca me fazia ficar literalmente colado ao ecrã enquanto descrevia as melhores jogadas da semana e onde eu acompanhava as vitórias dos “meus” Orlando Magic com o Shaquille O’Neal e companhia, que os anúncios de promoção à liga me deixavam maravilhado. Este ano decidiram fazer uma série de novos anúncios que são autênticas pérolas, mesmo para quem se está perfeitamente a borrifar para o basket.
Para quem gosta da NBA, os anúncios são perfeitos: as imagens, os textos e o significado dos mesmos para quem segue a liga, a música, tudo está “no ponto”.
Para quem não gosta, bem que pode fechar os olhos e não ver o anúncio porque só a música vale a pena.

Por isso, e para quem não conhece e tiver curiosidade, ficam aqui dois dos anúncios que passam intensivamente nas transmissões da ESPN, TNT e FSN.
Para quem não tiver curiosidade fica mais abaixo a música de Carly Comando, “Everyday”.
Ora digam lá que não vale a pena…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=evApapdysp0&rel=1]

Carly Comando – Everyday

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URZE – No rasto

Foi já há dois fins de semana, mas mais vale tarde do que nunca:

Com organização do GTF (Grupo Teatral Freamundense) foi possível assistir a um fim de semana de teatro (ainda para mais de entrada livre) em Freamunde embora só tenha podido estar na primeira peça apresentada, na sexta-feira dia 30 de Novembro.

Em cena esteve No Rasto de Miguel Torga pela companhia URZE de Vila Real, e que excelente foi! Desde a actuação de todo o elenco, passando pela simplicidade do cenário tão bem representativo daquilo que são as raízes de Torga e pela iluminação e sonoplastia perfeitamente enquadradas. Nada falha na peça, nada! Sem qualquer exagero foram os melhores 70 minutos de teatro a que assisti até hoje e a prova que não são necessárias extravagâncias, truques e acessórios para tornar uma peça grande. A simplicidade que tanto gosto em Torga esteve sempre presente sem nunca se confudir o simples com o simplista.

foto retirada do site da URZE

Com apenas 5 elementos fazendo transições constantes entre cenas completamente distintas com uma suavidade impressionante, com representações de personagens completamente opostas mas todas elas capazes de criar uma relação de proximidade com o público, os actores Andreia Vasconcelos, Fábio Timor, Glória de Sousa, Isabel Feliciano e Rui Félix encheram completamente o palco.

Foi pena, apenas e só isso, que não estivesse casa cheia. Merecia o GTF, merecia o teatro, merecia a URZE e certamente que a ovação final teria tido outra dimensão.
Mas para quem tiver oportunidade de ir ver a peça onde quer que ela se encontre nos próximos tempos, faça o favor de não pensar duas vezes, é à minha responsabilidade.

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A patite é do caraças.

Esta tenho que agradecer ao Pedro Mendonça por me mostrar esta pérola:

Um belo exemplar de como deviam ser todas as peças de todos os telejornais. Acabavam-se as notícias que nos fazem ficar a pensar que já não há salvação para a espécie humana. Assim todos ficariam a pensar que continua a não haver salvação para a espécie humana mas que isso não interessava para nada porque pelo menos há sempre motivo para rir, e rir é o melhor remédio.

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Importam-se de repetir, ó faz favor?

Ainda ontem ao jantar se discutia o quão ridículos e políticos se estavam a tornar os prémios Nobel. Ainda ontem ao jantar disse que para se ter uma noção disso mesmo bastava ver que um dos candidatos mais falados deste ano para o Nobel da paz era Al Gore. Hoje acordo e vejo isto:

O Prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao ex-vice-presidente norte-americano Al Gore e ao Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU.

Bingo!

Não é tão mau como o que deram ao Kissinger, mas não não deve andar muito longe. Afinal de contas foi o vice-presidente de um governo que “ano sim-ano não” bombardeava o Iraque sem razões válidas aparentes para além de um machismo militar ridículo. Para quem não sabe do que estou a falar, e para quem não está a par das chacinas efectuadas pela administração Clinton no Iraque entre os períodos de guerra iniciados por Pai e Filho Bush, podem dar um saltinho aqui, aqui ou ler um artigo interessante aqui só para começar a ter uma ideia.

Há coisas fantásticas, não há?

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Inconveniente

Como se pode ler hoje no DN:

A polícia britânica tem estado unicamente a trabalhar sobre aquilo que o casal McCann pretende e lhe convém.” Foi num tom explosivo e revoltado que o coordenador da investigação sobre o caso Madeleine, Gonçalo Amaral, comentou em breves declarações ao DN a notícia publicada ontem em vários jornais ingleses.

Ler a notícia toda deixou-me meio perplexo. Ninguém faz declarações destas de ânimo leve, muito menos o coordenador da investigação.
A reacção demorou apenas umas horas, tal como se pode ler no Público:

Gonçalo Amaral, coordenador da Polícia Judiciária de Portimão, foi demitido esta tarde, depois de ter criticado os investigadores da polícia inglesa que colaboram nas investigações ao desaparecimento de Madeleine McCann, confirmou o PÚBLICO.

O que eu gostava de saber, e não se encontra em nenhuma declaração feita pela direcção nacional da PJ é se Gonçalo Amaral foi demitido por mentir ou foi demitido por ter sido inconveniente.
É que se é pela primeira hipótese uma simples demissão não chega. Mas como não houve notícia de qualquer tipo de inquérito ou sanção ao ex-coordenador mas apenas uma “despromoção” fico a pensar que ele foi apenas inconveniente. E se foi apenas inconveniente e não mentiu… cada um que tire as suas conclusões que eu já tirei as minhas.