jornalismo Modernices

Quando é preciso levar na tromba…

Ironias engraçadas: Ontem, Paulo Moura, jornalista enviado do Público na Turquia, escrevia um artigo sobre como foi fácil para a polícia esvaziar o parque Gezi. A polícia, segundo se lia no artigo, não usou de violência, limitou-se a avisar que ia entrar por ali dentro e deixou fugir os manifestantes. À mesma hora, eu lia os relatos via twitter de quem lá estava. Via pelo Vimeo os vídeos de quem lá estava, seguia pelo tumblr…

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coisas do caraças jornalismo

Henrique Raposo. Deve ser primo de alguém.

Quando um tipo é convidado para um jornal como o Expresso para escrever artigos de opinião, e publica coisas como esta, a única coisa que me ocorre é que só pode ser primo ou sobrinho de alguém na direção do jornal. É que só pode. Num outro qualquer local, com uma edição decente, esta abominação de croniqueiro já tinha levado um belo pontapé, sido posto na rua e, por piedade, tinham-lhe dado uma inscrição numa…

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coisas do caraças jornalismo matemática

4ª Classe.

No espaço de poucas horas o “jornal” I publica online dois artigos em que a matemática é atropelada sem dó nem piedade. Nem olhando para o conteúdo das notícias, pelo facto de que pelo menos uma delas é vergonhosamente declarada como encomenda de opinião e ficando restritos apenas à forma  da mesma, custa-me compreender como é que se publicam os seguintes títulos e leads, sem qualquer vergonha de o fazer: Título: Barómetro i/Pitagórica. Maioria apoia moção…

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Anonimato público

Esta notícia do JN deixa-me um bocado confuso. Então o homem pede anonimato ao JN e o jornal publica o nome, idade, localidade de residência, marca e modelo do carro, conteúdo da mesinha de cabeceira e idade do filho? A meu ver este tipo de interpretação do termo anonimato está incompleto por parte do jornalista e da redacção: faltam ainda o registo criminal, resultados das análises sanguíneas, ficha dentária e código do Visa.

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